1º de agosto: Dia do Esmalte, você sabia?

A partir deste ano, em todo dia 1º de agosto será comemorado o Dia do Esmalte. Tudo isso devido à segunda edição da Nails Fashion Week (NFW), entre os dias 6 e 7 de agosto, em São Paulo. 
Um dos argumentos é que o Brasil é hoje o segundo mercado mundial de esmaltes, tendo movimentado cerca de R$ 500 milhões em 2010.

Antes de receber um dia especialmente dedicado ao esmalte, o mesmo, passou por inúmeras transformações. Ao longo da história, ele acompanhou a humanidade em suas etapas e desenvolvimento até chegar à tecnologia alcançada atualmente.

Seu surgimento não possui data e lugar específicos, mas existem registros que provam que há milhares de anos antes de Cristo, egípcios e chineses já tinham, cada um seguindo seus costumes, o hábito de cuidar minuciosamente das mãos. Com o auxílio de cerâmica, pedras, óleos vegetais e demais plantas, estes povos tingiam a ponta dos dedos de preto ou vermelho para distinguir os membros da realeza dos demais segmentos sociais.

Na Idade Média, pintar as unhas era também restrito aqueles que pertenciam a famílias nobres, rainhas e princesas. Para as demais partes da sociedade feudal, apenas limpar, polir e perfumar era permitido à quem tivesse condições de fazê-lo. Vale lembrar que neste período, artefatos essenciais para uma manicure, o palito e o removedor de cutículas, foram criados.

Após um longo tempo de imobilidade, o esmalte sofreu grandes mudanças e conquistou o seu auge. Todas as transformações radicais subsequentes foram motivadas pela Industrialização e o desenvolvimento de massa. Assim como todos os demais segmentos sociais e econômicos, o mercado da beleza sofreu um grande crescimento e desenvolveu todos seus produtos.

Além de apresentar componentes diferentes de antes, o verniz ganhou embalagem, praticidade de aplicação, cores e texturas. As grandes estrelas de Hollywood e do rádio foram as percussoras desta nova fase e responsáveis por sua disseminação em todo o mundo. A partir de então, o que antigamente era visto como sinal de nobreza, passa a representar glamour e estilo.

Desde lá, o esmalte continua sofrendo mutações e aperfeiçoamento constantes. Suas inúmeras cores, texturas e intensidade chegam ao mercado para conquistar mulheres de todas as idades e personalidades. Hoje, sua reinvenção é constante, onde as indústrias responsáveis pelo seu desenvolvimento trabalham para lançar novos tons com maior durabilidade e facilidade de aplicação, tornando-o um produto tão dinâmico quanto a vida moderna.


O Índice Batom foi substituído pelo esmalte que está virando referência econômica e social. A mulherada em momentos de crise financeira consumiam mais itens de beleza do que em "dias normais". O maior item vendido era o batom, até pouco tempo, pois o esmalte está fazendo a cabeça do mundo feminino.
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